
Se existe um país no planeta que sempre me intrigou é a Suíça, não só pela sua neutralidade bizarra, mas me espanta que uma sociedade tenha atingido um grau de organização e desenvolvimento em que até os cartazes automáticos mudam ao mesmo tempo. É um pouco surpreendente ver que mesmo com uma cultura voltada para o capital e lucro (oi, eu sou o Marx), algumas tradições ainda continuam vivas e particularmente uma delas me surpreendeu assustadoramente.
Basiléia, Basel ou Bâle é uma cidade que fica na tri-fronteira entre Suíça, Alemanha e França e onde eu supostamente deveria ter pego meu vôo (eu não sei escrever na nova regra da língua portuguesa, me deixa) para Amsterdã. Não conseguir vaga no hostel talvez tenha sido a melhor coisa que me aconteceu, além de eu não ter gastado um rico franco suíço, eu pude presenciar um carnaval que imaginei não existir mais. Imagine só: 4 horas da manhã as luzes da cidade se apagam, a partir desse momento somente as luzes das lanternas das fantasias passam a iluminar as calçadas; fantasias de todos os tipo, máscara caricatas, bonecos e coisas tipicamente daqui. Existe um certo de tipo de bloco e cada um deles toca ou flauta ou tambor numa forma ordenada que parece até um desfile de escola de samba – sem nudismo.
O carnaval foi tão surpreendente que eu não vi absolutamente a hora passar e agora estou tendo que esperar outras tantas que não passam tão rápido. Saindo da minha vida e voltando para a helvética, esse aglomerado de povos conseguiu atingir uma coisa que sinceramente não é de se menosprezar. Tá, os suíços são mau humorados, reclamões e a maioria é meio grossa, mas como em todo carnaval parece que a população se transforma e tudo vira uma festa. Eu não sei até que horas eles comemoram o carnaval, mas é de se apreciar o fato de uma cidade na Europa funcionar durante a madrugada pelo menos um dia, a noite aqui parece ser exclusivamente para dormir, jogar cartas e tomar chocolate quente.
Não dá para abandonar a minha pré-disposição de festa e, mesmo tendo andado por horas porque eu me perco aqui a cada 5 segundos – tempo que o nome de uma rua em alemão fica armazenado na minha cabeça -, segui blocos e tenho certeza que vivi um momento único na minha vida.
Depois voltei para o aeroporto, sem é claro aproveitar para dar a minha ultima perdida pela cidade e ficar na chuva. Agora estou fazendo horas, muitas delas, para conseguir entrar no avião.
Basiléia, Basel ou Bâle é uma cidade que fica na tri-fronteira entre Suíça, Alemanha e França e onde eu supostamente deveria ter pego meu vôo (eu não sei escrever na nova regra da língua portuguesa, me deixa) para Amsterdã. Não conseguir vaga no hostel talvez tenha sido a melhor coisa que me aconteceu, além de eu não ter gastado um rico franco suíço, eu pude presenciar um carnaval que imaginei não existir mais. Imagine só: 4 horas da manhã as luzes da cidade se apagam, a partir desse momento somente as luzes das lanternas das fantasias passam a iluminar as calçadas; fantasias de todos os tipo, máscara caricatas, bonecos e coisas tipicamente daqui. Existe um certo de tipo de bloco e cada um deles toca ou flauta ou tambor numa forma ordenada que parece até um desfile de escola de samba – sem nudismo.
O carnaval foi tão surpreendente que eu não vi absolutamente a hora passar e agora estou tendo que esperar outras tantas que não passam tão rápido. Saindo da minha vida e voltando para a helvética, esse aglomerado de povos conseguiu atingir uma coisa que sinceramente não é de se menosprezar. Tá, os suíços são mau humorados, reclamões e a maioria é meio grossa, mas como em todo carnaval parece que a população se transforma e tudo vira uma festa. Eu não sei até que horas eles comemoram o carnaval, mas é de se apreciar o fato de uma cidade na Europa funcionar durante a madrugada pelo menos um dia, a noite aqui parece ser exclusivamente para dormir, jogar cartas e tomar chocolate quente.
Não dá para abandonar a minha pré-disposição de festa e, mesmo tendo andado por horas porque eu me perco aqui a cada 5 segundos – tempo que o nome de uma rua em alemão fica armazenado na minha cabeça -, segui blocos e tenho certeza que vivi um momento único na minha vida.
Depois voltei para o aeroporto, sem é claro aproveitar para dar a minha ultima perdida pela cidade e ficar na chuva. Agora estou fazendo horas, muitas delas, para conseguir entrar no avião.
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