domingo, 30 de agosto de 2009

Festas, vamos quebrar tudo.


Eu não sei quanto a você, mas as festas que eu tenho ido cada vez me parecem a mesma coisa. O ambiente pode até mudar, o tema se altera, mas a essência é sempre igual. Contudo, o pior dessa história é que eu continuo a ir simplesmente por um impulso ou já adquirido - e péssimo - costume.
Fico a tarde na internet sem fazer absolutamente nada de produtivo, me arrumo e chego sempre por volta de uma hora após o horário que eu combinei com as pessoas. Todo mundo vai para um bar/buteco, bebe e quando o preço da entrada já virou para o mais caro (e era a última coisa que todo mundo queria) todos entram esperando que coisas novas aconteçam. Os lugares costumam ser sujos, molhados e na maioria das vezes com um calor que faz com que toda a arrumação prévia vá por água abaixo. Pego um drink, dou oi para quem já estava lá dentro e por fim vamos para a pista tentar esquecer as mágoas do dia-a-dia.
O programa parece bom a princípio, mas imagina a repetição disso durante vários finais de semana seguidos? É quase que uma ditadura da diversão, já que ficamos a semana inteira discutindo sobre o sexo dos anjos. No meu caso, quando dá 4 horas no máximo já estou picando minha mula e só penso em como quero minha cama e meu travesseiro.
No fundo qual é o sentido disso tudo? Eu percebo que muitas vezes a diversão se torna uma obrigação, precisamos tanto dela que se não cumprirmos com todos os rituais parece que simplesmente os poucos dias de folga se passaram em branco. Mais, as pessoas já se acostumaram tanto a se ver nesse tipo de ambiente que, muitas vezes, em outras ocasiões os assuntos simplesmente desaparecem e percebemos que dali só sai uma dança encoxado.
Mas a esperança é última que morre, eu sou brasileiro não desisito nunca e adoro jargões idiotas.
beijosmecisquem.

Sei lá, apresentação.

Não gosto de apresentações. Seria muito mais fácil se existisse uma identificação objetiva em que as pessoas me conhecessem sem que eu precisasse perder tempos tentando me descrever inutilmente.
Só para constar então: Meu cabelo é vermelho, eu gosto muito de cerejas, queria visitar a palestina, adoro scarpins, coleciono fadas e odeio coisas repetitivas. Meu maior dom é sem duvidas atrair pessoas estranhas.
Aprendi a gostar de galinhas com o tempo.
Não gosto de suspiro, mas amo pudim de claras.
É isso!

A Volta

Pois é, eu disse que seria muito difícil para mim continuar a escrever num Blog. Não que seja por coisas demais a fazer, mas a minha preguiça muitas vezes fala mais alto e eu fico nessa.
Desde o último post o Michael Jackson morreu, eu viajei outra vez, a Maísa saiu do SBT e lançou um CD, a Globo começou outra novela e lançou de novo o NoLimite. O tempo passar rápido, não é mesmo minha gente?
Toda forma eu tinha que achar um tema novo para tornar esse blog sem leitores minimamente interessante. Pensei, pensei e tive a brilhante idéia de falar sobre nada (que é basicamente o que eu ando fazendo sempre por aqui) e anunciar que eu resolvi chamar uma pessoa nova para ciscar no nosso galinheiro.
Barbara Bravo tem as madeixas rubras, a voz imponente e o requisito imprescindível para estar aqui: é estranha. Espero que todos se divirtam com ela.